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Oferenda a Orixás e Pedir Licença a Exu?

Bom, devido a muita procura no blog com relação a quando se vai realizar uma oferenda aos Orixás se devemos pedir licença ao Orixá Exu, e a resposta é claro que devemos , mas como fazer isso?

Alem de todo o preparo com a realização da oferenda e sua própria entrega devemos levar em consideração, os campos da natureza que estamos entregando nossas oferendas e os guardiões dos mistérios divinos dos sagrados Orixás.
Um exemplo, vamos tomar como exemplo a Orixá Iemanjá, faz de conta que temos um manjar de coco e desejamos oferenda-lo a Iemanjá pedindo o devido auxilio, mas moro em Brasilia e não consigo levar até a praia e não gostaria de oferendar em minha casa ou mesmo no pé de uma arvore, sendo assim, devemos usar os campos adicionais de oferendas no caso de Iemanjá que é uma Orixá de qualidade aquática, pode oferendar no pé de uma cachoeira, nas beiras de um rio ou lago, ou seja em locais da natureza onde a aguá flui naturalmente, mais ai entra as firmezas adicionais que devemos fazer.

Quando se chega nesses pontos adicionais de forças da natureza, devemos primeiramente em qualquer caso de oferenda a orixás acender uma vela preta e uma vermelha para os guardiões dos mistérios divinos dos orixás o local para acender essas velas pode ser próximo a sua oferenda principal , mais nunca dentro da sua oferenda ( a não ser , claro se alguma entidade dizer para fazer desse modo)
Sendo assim saúde o Exu e a Pomba Gira guardiã dos mistérios e siga para o próximo passo que é pedir licença e saudar o real e verdadeiro Orixá do local da natureza, que no caso se for uma cachoeira é Mamãe Oxum, então firma-se uma vela azul claro ou amarela ( dependendo da doutrina e escala de cores utilizada em seu terreiro ) e pede-se licença ao Orixá que é natural do local onde vai ser realizada a oferenda a Iemanjá, então finalize com a oferenda a Iemanjá.

Fazemos isso para a oferenda a Iemanjá não ter erros, isso pode e deve ser feito em todos os casos que for oferendar em um campo da natureza no qual o Orixá a ser oferendado não é o primário daquele local, então pede licença ao real Orixá daquele campo da natureza, e a licença aos Exu e Pomba-giras dos mistérios divinos devem sempre ser realizados, pois todo trabalho e mistérios da umbanda sempre temos guardiões desses tronos e são os Orixás de do polo Negativo, ou sejas os Orixás Exu e Orixá Pomba-Gira .

Em Breve postarei uma tabela com os locais e os Orixás Primários daqueles locais e as velas.

Oferendas de Pomba-Giras , Saudosas Queridas

Bom, se tratando de Oferendas estamos lhe dando com um assunto um tanto delicado, pois bem, vou postar aqui oferendas e essências a serem oferendadas de um blog que eu já utilizei e confio.
Mas antes de qualquer Oferenda na Umbanda vale lembrar que é sempre essencial ter o aconselhamento de alguma entidade para orienta-los, pois bem segue abaixo as Oferendas.

Leia a forme de preparo para oferendas para Exus, eu me refiro ao fator dos banhos e proteções, siga o mesmo para pomba-giras, exus mirins, e pomba giras mirins.

PADÊ DOCE PARA OFERENDA E FESTAS DE POMBAS GIRAS
Atendendo a pedidos deixo receitas de farofas doces para serem usadas nas Oferendas às Pombas Giras.
Esses padês podem ser combinados junto com outros elementos como flores, frutas, cigarros, bebidas, etc.
Tambem podem ser usados nas festas de Exús e Pombas Giras, onde podem ser cruzados pelas entidades e posteriormente servido aos filhos da corrente e aos membros da assistência.
Abaixo 7 receitas de farofas doces.

FAROFA DE PASSAS E MEL:
1 alguidar
500g de farinha de milho em flocos
250g de mel
250g de uva passa branca
3 colheres de sopa de óleo de mlho
3 colheres de sopa de licor

Deixe as passas hidratando em um prato com 1/2 copo de água e 3 colheres de sopa de licor de (anis, cacau, menta ou laranja) por 2 horas.
Leve ao fogo baixo o óleo e a farinha de milho, mexendo sem parar por 5 minutos
adicione as passas hidratadas e mexa por mais e minutos.
Retire do fogo, coloque no alguidar e adicione aos poucos o mel. mexendo com as mãos e soltando a farinha.
Está pronta a sua farofa doce para Pombas Giras.
Pode ser usada em oferendas para amor, festas ou complemento de outras entregas.

FAROFA DE MAÇÃ E MEL
2 maças verdes
2 maçãs vermelhas
500g de farinha de milho em flocos
250g de mel
3 colheres de sopa de óleo de milho
3 colheres de sopa de licor

O mesmo procedimento acima, só que ao invés de uva passa, adicione maçãs vermelhas e verdes cortadas em pequenos cubos e com as cascas.
Fica uma delícia para festas de Pombas Giras.

FAROFA DE NOZES E DAMASCO
O mesmo procedimento básico da primeira farofa, adicionando 200g de damascos picados e 200g de nozes picadas.

FAROFA DE FESTA PARA POMBA GIRA
500g de farinha de mandioca branca
7 colheres de sopa de óleo de milho
1 cebola média picada bem fininho
100g de amendoas moídas
100g de amendoas inteiras
100g de farinha de pão
1 lata de pêssego em calda
7 colheres de sopa de licor de morango

Doure a farinha de mandioca com o óleo e a cebola em fogo baixo, mexendo sem parar por 10 minutos. Acrescente a farinha de pão, misture bem e logo desligue.
Espere esfriar.
Acrescente as amendoas moídas e misture bem.
Escorra os pêssegos e acrescente em pedaços pequenos. Cuide para que sejam firmes, evite pêssegos muito moles.
Enfeitecom as amendoas inteiras.
Regure com um pouco da calda de pêssego.
Essa farofa também pode ser servida em festas de ciganos.

FAROFA DE FRUTAS
250g de farinha de milho amarela
250g de farinha de mandioca branca
1 cebola picadinha
7 colheres de sopa de óleo de soja
3 colheres de sopa de azeite de oliva
3 colheres de sopa de licor
3 colheres de sopa de mel
100g de azeitonas verdes sem caroço e em fatias
1 cacho de uvas verdes maduras, porém bem firmes
2 maçãs vermelhas picadas com casca (deixe-as de molho em água e meio limão)
1 pera madura e firme.
7 flores amor perfeito (se possível a cor rosa)

Doure a cebola com o óleo, acrescente as duas farinhas e mexa por cerca de 10 minutos em fogo baixo.
Espere esfriar e junte as azeitonas e o azeite de oliva.
Acrescente metade das frutas picadas e reserve a outra metade.
Coloque tudo em um alguidar grande, decore com a metade de frutas e regue cm mel e licor.
Por último coloque as flores previamente lavadas.
As farofas acima podem ser feitas em festas de todas as Pombas Giras e também nas festas de ciganas.

FAROFA SIMPLES
250g de farinha de mandioca
7 colheres de sopa de óleo de soja
1 cebola bem picadinha
1 maçã cortada em cubinhos com casca.
3 colheres de sopa de mel
Doure a cebola com o óleo, acrescente a farinha e mexa em fogo baixo por 5 minutos.
Espere esfriar e misture a maçã.
Regue com mel.

FAFOFA CRUA
300g de farinha de pão (procure a mais torrada)
100g de nozes moídas
100g de passas (hidratadas com um pouco de água e licor de cacau)
deixar de molho por 2 horas
um pouquinho de nóz moscada
um pouquinho de canela em pó
Regar tudo com mel

Mais oferendas para Pombas Giras nos endereços

http://wwwpombagira.blogspot.com/

http://pombagiras.blogspot.com/

Fonte- CLAUDIA BAIBICH – http://wwwoferendas.blogspot.com.br

Preparo e Oferendas para Exu

Esse texto abaixo é muito bom, o banho de descarrego antes do banho é muito importante por mais que não seja exigido por todas as entidades que aconselham a oferenda a exus e pomba-giras, mais isso ocorre pois o fator de conhecimento do que se faz deve sempre existir, então busque sempre aprimorar oque sabe para não correr riscos quando está lhe dando com alta-magia e sábios protetores que são os Exus.

OFERENDAS DEVEM SEGUIR OS RITUAIS CERTOS E FEITAS COM RESPONSABILIDADE, NÃO SÃO AVENTURAS E NEM TÃO POUCO BRINCADEIRAS.
OS PASSOS ABAIXO “TÊM QUE SER SEGUIDOS”.

*Sempre leia várias vezes e forme o quadro mental do que está sugerindo a oferenda, para ter certeza que entendeu, antes de aventurar-se.

* Tome seu banho de descarrego com 1 litro de água para 3 galhos de arruda, 3 dentes de alho e 3 ramos de alecrim, antes de qualquer entrega. Aliás esse banho é excelente de ser tomado 1 vez por semana, sempre que possível, com ou sem oferenda.
* Antes de qualquer entrega de oferenda, acenda uma vela branca para o seu anjo da guarda, em local mais alto que a sua cabeça. Tome cuidado que esteja bem firme e que não ofereça riscos. Se puder acender a de 7 dias, tanto melhor. Se for a vela de 7 dias acenda no dia da oferenda ou 1 dia antes, não retire da embalagem plástica e coloque-a dentro de um vidro, (tipo o de maionese grande).

O banho de descarrego também pode ser tomado um dia antes, sempre do pescoço par baixo e depois do banho de higiene, nunca antes.

*O local da entrega, deve ser escolhido e visitado previamente, e também já deixe definido mais ou menos, o dia e a hora da entrega, de modo que a entidade também já esteja preparada para o recebimento.

*Não faça entregas em locais perigosos, procure um Terreiro que ofereça possibilidade de receber entregas, mesmo que não solicitadas por eles. Alguns têm em sua área externa, locais para oferendas.
Se não for possível, procure um jardim, bosque, campo, mata, cachoeira, rio ou parque e visite previamente.

*As oferendas para Exú, tradicionalmente são entregues em encruzilhadas abertas, mas o ideal é que essas encruzilhadas sejam de chão batido, sem asfalto e longe de prostíbulos, açougues, manicômios, hospitais, boates, bares, cemitérios, delegacias e presídios, entre outros.

* Devido às dificuldades para encontrar encruzilhadas adequadas, têm-se preferido realizar as entregas em sítios (locais) puros da natureza, como os já citados acima. O problema é a poluição que gera com materiais não orgânicos, como as garrafas.

Um opção é utilizar todo o líquido no local, e recolher a garrafa, bem como os demais materiais. Nesse caso o alguidar onde será colocada a oferenda pode ser substituído por folhas de bananeira, couves ou as próprias folhas de mamona.

* Outro cuidado que se deve ter é que as velas fiquem bem firmes e apoiadas em forminhas de alumínio (tipo as de empadinhas) para não causar incêndios.

* E por último, mas não menos importante, é o horário da entrega, evite entregas noturnas, isso de Exú só trabalhar e receber oferendas á noite é um mito.
* A UMBANDA NÃO FAZ OFERENDAS COM CARNE, O AXÉ ANIMAL PODE SER SUBSTITUÍDO POR OVOS.
OFERENDA 1
ELEMENTOS:
1 alguidar número 2
500g de farinha de mandioca branca
1 vidro pequeno de azeite de dendê

7 pimentas (dedo de moça in natura)

1 cebola cortada em rodelas não muito finas

3 ovos cozidos, cortados ao meio no sentido do comprimento

1 garrafa de aguardente (É A QUE POPULARMENTE USA-SE, MAS PODE SER
SUBSTITUÍDA POR VINHOS, WHISKY, VODKA, CONHAQUE, CALDO DE CANA E ÁGUA DE COCO, – SE A ENTIDADE PEDIR UMA BEBIDA ESPECÍFICA, A MESMA DEVE SER SEGUIDA. SE A OFERENDA É UMA INICIATIVA PRÓPRIA, FICA À CRITÉRIO. EU GOSTO DE USAR CALDO DE CANA COM UMAS GOSTAS DE LIMÃO E CONHAQUE)
******A BEBIDA NÃO É PARA A ENTIDADE FICAR BÊBADA, O ALCOOL TEM SUA FUNÇÃO MAGÍSTICA DE TRANSMUTAÇÃO E ELIMINAÇÃO DE ENERGIAS DELETÉRIAS***********************************************
3 charutos
4 velas (metade preta , metade vermelha)
1 vela de Ogum (metade vermelha e metade branca)
3 folhas de mamona ( se for possível conseguir, melhor)

PREPARO
Lavar o alguidar e colocar a farinha, misturada com um pouco de aguardente e um pouco do dendê, fazendo uma farofa, não muito úmida, apenas para dar liga.
Deixar lisa e compacta no alguidar .
Colocar os ovos, as fatias de cebola e as pimentas, intercalando.
Cobrir com filme plástico. e levar numa sacola em separado dos demais materiais.
Numa outra sacola levar: as velas (cuidado pra que não estejam quebradas ou trincadas)
a aguardente (abridor de garrafa), os fósforos, os charutos e o abridor.

ENTREGA
Exú é o Senhor das Encruzilhadas, ms o Orixá ogum é o Senhor de todos os Caminhos.
No local da entrega, antes de começar, acenda 1 vela vermelha e branca para saldar o Orixá Ogum. Em seguida, acenda 1 vela vermelha e preta para o Exú Guardião do local, pedindo: licença e permissão para a realização da entrega.

Em seguida:
Forre o chão com as 3 folhas de mamona, formando um triângulo, e posicione o alguidar no centro. Retire o filme plástico, e regue o padê (nome da oferenda) com o azeite de dendê ( regue bem mas não encharque ).
Acenda os três charutos e os coloque em cima do alguidar, com as brasas para fora, formando um triângulo, na mesma direção das folhas de mamona.
(ou seja, quando você formar o triângulo com as folhas de mamona, ele deve ser feito de modo que os cabos fiquem para fora, 2 folhas de lado e 1 em cima, e os charutos acompanham essa formação, só que dentro do alguidar e com as brasas para fora da oferenda)

Abra a aguardente, primeiro derrame um pouco em volta da primeira vela acesa, que é a do Exú Guardião do local. Em seguida, derrame um pouco em volta do alguidar e deixe o restante dentro da garrafa aberta, ao lado da oferenda.
Por último acenda as 3 velas, também em forma de triângulo, cada um na ponta da direção de cada charuto.

OS FATORES QUE MOTIVARAM A OFERENDA
Oferendas podem ser realizadas por diversos motivos: *abertura de caminhos profissionais, *abertura de caminhos para o amor (mais comum nas oferendas de Pombas Giras, Ciganas, Oxum, Iemanjá e Iansã).
*Saúde, *limpeza espiritual, * fortalecimento espiritual e energético, etc…
Ou podem ser feitas por agradecimento por graças recebidas ou para uma conexão com os Orixás, fortalecendo o elo vibratório da energia do Orixá com a coroa (cabeça) do médium, para que seu Ori (cabeça) possa se fortalecer com o Axé (força, energia) do Orixá.
O fato é que as oferendas sempre são para o nosso benefício.
Mas nos casos de oferendas aos Exús, elas servem não par a entidade se fartar de comer e beber, e sim para que a entidade, através da contra-parte etérica (energética) dos elementos ofertados, possa manipulá-los magisticamente em benefício de um determinado objetivo nosso.

PEDIDOS OUTROS
Nunca faça oferenda, visando prejudicar alguém, pois quem irá recebê-la e realizar o que você pediu não é um EXÚ GUARDIÃO e sim um KIUMBA (espírito atrasado) VOCÊ PODE CONSEGUIR REALIZAR SEU PEDIDO CONTRA ALGUÉM, MAS SERÁ PUNIDO COM LIGAÇÃO A ESSE ESPÍRITO QUE IRÁ INFERNIZAR A SUA VIDA TAMBÉM, E AUMENTARÁ A SUA LIGAÇÃO À ESSA PESSOA QUE TANTO ODEIA. PENSE BEM!!!

EXÚS GUARDIÕES DE LEI, NÃO FAZEM O MAL.
PARA SABER MAIS SOBRE O TRABALHO DOS EXÚS ACESSE

http://www.exuguardião.blogspot.com/

“”‘Raramente fazemos oferendas, sem pedidos ou objetivos…
….Então quem é que precisa, nós ou eles……”””

*Se você não tem nenhum conhecimento sobre Umbanda, ou se não é médium, o melhor, é procurar um Terreiro e dizer que gostaria de fazer uma oferenda.
Há Terreiros, Pais de Santo ou médiuns que trabalham sozinhos, que cobram.
Isso é uma polêmica, que não pretendo discutir, aqui.
A maioria dos Terreiros de Umbanda não cobra, pelos atendimentos e trabalhos.
O fato é que Exú não é para se brincar, se sabe o que está fazendo, se já tem intimidade com a religião, pode fazer suas oferendas. Caso contrário, procure um Terreiro sério e peça orientação.
Não se contente, se não sentir firmeza no primeiro Terreiro, procure outro ou fique na sua. Não faça nada que seu coração e principalmente sua razão, não estiver aceitando.

Bom, se tratando de Oferendas estamos lhe dando com um assunto um tanto delicado, pois bem, vou postar aqui oferendas e essências a serem oferendadas de um blog que eu já utilizei e confio.
Mas antes de qualquer Oferenda na Umbanda vale lembrar que é sempre essencial ter o aconselhamento de alguma entidade para orienta-los, pois bem segue abaixo as Oferendas.

OFERENDA 2

ELEMENTOS:
1 alguidar número 3
(3 folhas de mamona, se possível) ou 1 folha de bananeira, para servir de base de forro no chão.
500g de farinha de milho
3 figos in natura, inteiros e com as cascas
1 pimentão vermelho, cortado em rodelas
1 vidro pequeno de azeite de dendê
100g de azeitonas verdes sem caroço
7 dentes de alho
4 velas (metade vermelha, metade preta)
1 vela (para Ogum) metade vermelha, metade branca
3 charutos (de boa qualidade)
1 garrafa de vinho branco

PROCEDER COMO EM “PREPARO DE OFERENDA PARA EXÚ, NESSE BLOG)

CLAUDIA BAIBICH
Para copiar, cite a fonte
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OFERENDA 3 ( APRECIADA POR SER MUITO ENERGÉTICA)

ELEMENTOS:
3 folhas de mamona ou 1 folha de bananeira
1 alguidar número 3
500g de amendoim moído ou triturado cru e sem cascas
1 cebola grande ( ou duas menores) , cortada em rodelas grossas
4 kiwis com casca, cortados no sentido do comprimento (por cima da farofa)
1 vidro pequeno de azeite de dendê
1 embalagem pequena de água de coco
3 colheres de sopa de açúcar mascavo
4 velas (metade vermelha, metade preta)
1 vela para Ogum (metade vermelha, metade branca)
3 charutos (de boa qualidade)
1 garrafa pequena de vinho tinto seco

PROCEDER COMO A PRIMEIRA OFERENDA (VER PREPARO DE OFERENDA PARA EXÚS, NESSE BLOG)
Nesse caso, a farinha de mandioca, é substituída pelo amendoim (moído ou triturado)

FAROFA OU PAÇOCA DE AMENDOIM
Misturar no alguidar o amendoim com um pouco de dendê e água de coco e o açúcar mascavo, até dar liga.( Enfeitar com as rodelas de cebola e s 8 metades de kiwis).

CLAUDIA BAIBICH
Para copiar,cite fonte
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OFERENDA 4

ELEMENTOS:
3 folhas de mamona ou 1 folha de bananeira
1 alguidar número 3
500g de farinha de mandioca branca
3 ovos crus
3 bananas d’água
1 vidro pequeno de azeite de dendê
7 pimentas dedo de moça
1 cravo vermelho (cortado na altura da lapela, sem despetalar)
3 charutos de boa qualidade
4 velas metade vermelha, metade preta
1 vela metade vermelha, metade branca para SALDAR OGUM
1 garrafa de 500ml de caldo de cana (proceder como se fosse aguardente, o caldo de cana deve ser comprado próximo a hora da entrega e ficar na geladeira)

PROCEDER COMO A PRIMEIRA OFERENDA CITADA NESSE BLOG
Essa farofa é feita no alguidar com a farinha crua misturada com o dendê e os 3 ovos crus até dar liga. Em seguida, coloque as 3 bananas sem cascas, formando um triângulo e no meio desse triângulo, coloque o cravo vermelho. Coloque as 7 pimentas fazendo um círculo em volta das bananas.

CLAUDIA BAIBICH
Para copiar, cite a fonte
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OFERENDA 5

ELEMENTOS
3 folhas de mamona ou 1 folha de bananeira
1 alguidar número 3
500g de trigo moído (para kibe)
3 colheres de sopa de azeite de dendê(para misturar com o trigo)
3 colheres de sopa de azeite de oliva (para misturar com o trigo)
3 colheres de sopa de melado de cana (se não conseguir, use 3 colheres de mel)
Para regar a oferenda, depois de montada.
1 cebola grande cortada em rodelas grossas (por cima da farofa de trigo, enfeitar)
1 pimentão vermelho cortado em rodelas (evite quebrar as rodelas) enfeitar
2 laranjas cortadas em 4 cada uma, no sentido do comprimento (enfeitar)
3 charutos de boa qualidade
4 velas metade vermelha e metade preta
1 vela metade vermelha e metade branca para Ogum
1 garrafa de vinho tinto
(abrir a aguardente e derramar em volta da oferenda e deixar o resto, na garrafa aberta. ao lado da oferenda.

Depois de fazer a farofa com o trigo moído, o dendê e o azeite de oliva, arrumar no alguidar e enfeitar com as cebolas, laranjas e pimentões intercalados, regar tudo com o mel.

PROCEDER COMO “PREPARO DE OFERENDAS PARA EXÚ”, VER NESSE BLOG.

CLAUDIA BAIBICH[
Para copiar, cite a fonte
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OFERENDA 6 ESSA OFERENDA É SIMPLES E MAIS BARATA

ELEMENTOS:
3 folhas de mamona ou 1 folha de bananeira
1 alguidar número 1
250g de farinha de mandioca
3 colheres de sopa de azeite de dendê
3 pimentas dedo de moça
1 caqui , lavado, inteiro e com casca (em cima da farofa, no centro)
1 charuto
2 velas metade vermelha e metade preta (1 acender para o Exú Guardião do local da entrega e a outra para o Exú que você está ofertando)
1 vela branca comum para Ogum
1 garrafa de 500ml de caldo de cana (proceder como se fosse aguardente)
AS VELAS DEVEM SER ACESAS, NA SEGUINTE ORDEM:
PRIMEIRA A BRANCA PARA SALDAR OGUM
SEGUNDO UM VERMELHA E PRETA PARA PEDIR LICENÇA AO EXÚ DONO DO LOCAL
TERCEIRA: UMA VERMELHA E PRETA PARA O EXÚ QUE ESTÁ RECEBENDO A OFERENDA

SIGA TODOS OS PROCEDIMENTOS, LEIA “PREPARO DE OFERENDAS PARA EXÚS” NESSE BLOG!!!

CLAUDIA BAIBICH
Para copiar, cite a fonte
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OFERENDA 7

ELEMENTOS
3 folhas de mamona ou 1 folha de bananeira
1 alguidar número 3
250g de castanha do Pará (sem cascas) Colocadas no fundo do alguidar
3 carambolas inteiras OU 4 kiwis cortados ao meio no sentido do comprimento e com as cascas
3 bananas inteiras e sem cascas
3 pimentas dedo de moça
3 colheres de sopa de azeite de dendê par regar
3 colheres de sopa de mel para regar
3 charutos de boa qualidade
1 garrafa de vinho branco
4 velas metade vermelha e metade preta (próprias de Exús)
1 vela metade vermelha e metade branca (própria de Ogum)

COLOCAR AS CASTANHAS NO FUNDO DO ALGUIDAR E S DEMAIS FRUTAS E AS PIMENTAS POR CIMA, INTERCALANDO-AS, REGAR TUDO COM O DENDÊ E DEPOIS COM O MEL.

CLAUDIA BAIBICH – http://wwwoferendas.blogspot.com.br

Exu – O Guardião e Aplicador da Lei Divina

Os Exus

Saudação : Laroye Exú ,Mojubá Pomba-gira.
Exus são espíritos que já encarnaram na terra. Na sua maioria, tiveram vida difícil como mulheres da vida; boêmios; dançarinas de cabaré, etc.
Estes espíritos optaram por prosseguir sua evolução espiritual através da prática da caridade, incorporando nos terreiros de Umbanda. São muito amigos, quando tratados com respeito e carinho, são desconfiados mas gostam de ser presenteados e sempre lembrados. Estes espíritos, assim como os Preto-velhos, crianças e caboclos, são servidores dos Orixás.
Apesar das imagens de Exus, fazerem referência ao “Diabo” medieval (herança do Sincretismo religioso), eles não devem ser associados a prática do “Mal”, pois como são servidores dos Orixás, todos tem funções específicas e seguem as ordens de seus “patrões”. Dentre várias, duas das principais funções dos Exus são: a abertura dos caminhos e a proteção de terreiros e médiuns contra espíritos perturbadores durante a gira ou obrigações.
Desta forma estes espíritos não trabalham somente durante a “gira de Exus” dando consultas, onde resolvem problemas de emprego, pessoal, demanda e etc. de seus consulentes. Mas também durante as outras giras (Caboclos, Preto-velhos, Crianças e Orixás), protegendo o terreiro e os médiuns, para que a caridade possa ser praticada.

Exú é Mau?

Muitos acreditam que nossos amigos Exus são demônios, maus, ruins, perversos, que bebem sangue e se regozijam com as desgraças que podem provocar .
Mas por que este Orixá, irmão de Ogum, animado, gozador, alegre, extrovertido, sincero e, sobretudo amigo é comparado com demônios das profundezas macabras dos Infernos? Bem, para conhecer esta história vamos viajar para 6.000 anos atrás, até a antiga Mesopotâmia.
A Demonologia Mesopotâmica influenciou diversos povos: Hebreus, Gregos, Romanos, Cristãos e outros. Sobrevive até hoje nos rituais Satânicos que muitos já devem ter escutado e visto notícias na televisão e lido nos jornais, principalmente na Europa e EUA.
Na Mesopotâmia os males da vida que não constituíssem catástrofes naturais eram atribuídos aos demônios (No mundo atual as pessoas continuam a fazer isso). Os Bruxos, para combater as forças do mal tinham que conhecer o nome dos demônios e perfaziam enormes listas, quase intermináveis. O demônio mau era conhecido genericamente como UTUKKU. O grupo de 7 (sete) demônios maus é com freqüência encontrado em encantamentos antigos. Se dividiam em machos e fêmeas. Tinham a forma de meio humano e meio animal: Cabeça e tronco de homem ou mulher, cintura e pernas de cabra e garras nas mãos. Com sede de sangue, de preferência humano, mas aceitavam de outros animais. Os demônios freqüentavam os túmulos, caminhos (encruzilhadas), lugares ermos, desertos, especialmente à noite.

Nem todos eram maus, havia os demônios bons que eram evocados para combater os maus. Demônios benignos são representados como gênios guardiões, em número de 7 (sete), que guardam as porteiras, portas dos templos, cemitérios, encruzilhadas, casas e palácios.
Os negros africanos em suas danças nas senzalas, nas quais os brancos achavam que eram a forma deles saudarem os santos, incorporavam alguns Exus, com seu brado e jeito maroto e extrovertido, assustavam os brancos que se afastavam ou agrediam os médiuns dizendo que eles estavam possuídos por demônios.
Com o passar do tempo, os brancos tomaram conhecimento dos sacrifícios que os negros ofereciam a Exu, o que reafirmou sua hipótese de que essa forma de incorporação era devido a demônios.
As cores de Exu, também reafirmaram os medos e fascinação que rondavam as pessoas mais sensíveis.

Mas Então Quem É Exu?

Ele é o guardião dos caminhos, soldado dos Pretos-velhos e Caboclos, emissário entre os homens e os Orixás, lutador contra o mau, sempre de frente, sem medo, sem mandar recado.
Exu, termo originário do idioma Yorubá, da Nigéria, na África, divindade afro e que representa o vigor, a energia que gira em espiral. No Brasil, os Senhores conhecidos como Exus, por atuarem no mistério cuja energia prevalente é Exu, e tanto assim, em todo o resto do mundo são os verdadeiros Guardiões das pilastras da criação. Preservando e atuando dentro do mistério Exu.
Verdadeiros cobradores do carma e responsáveis pelos espíritos humanos caídos representam e são o braço armado e a espada divina do Criador nas Trevas, combatendo o mal e responsáveis pela estabilidade astral na escuridão. Senhores do plano negativo atuam dentro de seus mistérios regendo seus domínios e os caminhos por onde percorre a humanidade.
Em seus trabalhos Exu corta demandas, desfaz trabalhos e feitiços e magia negra, feitos por espíritos malignos. Ajudam nos descarregos e desobsessões retirando os espíritos obsessores e os trevosos, e os encaminhando para luz ou para que possam cumprir suas penas em outros lugares do astral inferior.
Seu dia é a Segunda-feira, seu patrono é Santo Antônio, em cuja data comemorativa tem também sua comemoração. Sua bebida ritual é a cachaça, mas não é permitido o uso de cachaça para ser ingerida dentro do terreiro durante as sessões, para este fim, cada um tem a sua preferência.
Sua roupa, quando lhe é permitido usá-la tem as cores preta e vermelha, podendo também ser preta e branca, ou conter outras cores, dependendo da irradiação a qual correspondem. Completa a vestimenta o uso de cartolas (ou chapéus diversos), capas, véus, e até mesmo bengalas e punhais em alguns casos.
A roupagem fluídica dos Exus varia de acordo com o seu grau evolutivo, função, missão e localização. Normalmente, em campos de batalhas, eles usam o uniforme adequado. Seu aspecto tem sempre a função de amedrontar e intimidar. Suas emanações vibratórias são pesadas, perturbadoras. Suas irradiações magnéticas causam sensações mórbidas e de pavor.

É claro que em determinados lugares, eles se apresentarão de maneira diversa. Em centros espíritas, podem aparecer como “guardas”. Em caravanas espirituais, como lanceiros. Já foi verificado que alguns se apresentam de maneira fina: com ternos, chapéus, etc.
Eles têm grande capacidade de mudar a aparência, podem surgir como seres horrendos, animais grotescos, etc.
Às vezes temido, às vezes amado, mas sempre alegre, honesto e combatente da maldade no mundo, assim é Exú.

Algumas palavras sobre os exus:

  • Tem palavra e a honram;
  • Buscam evoluir;
  • Por sua função cármica de Guardião, sofrem com os constantes choques energéticos a que estão expostos;
  • Afastam-se daqueles que atrasam a sua evolução;
  • Estas Entidades mostram-se sempre justas, dificilmente demonstrando emotividade, dando-nos a impressão de serem mais “Duras” que as demais Entidades;
  • São caridosas e trabalham nas suas consultas, mais com os assuntos Terra a Terra;
  • Sempre estão nos lugares mais perigosos para a Alma Humana;
  • Quando não estão em missão ou em trabalhos, demonstram o imenso Amor e Compaixão que sentem pelos encarnados e desencarnados;

“Pela Misericórdia de DEUS, que me permitiu a convivência com essas Entidades desde a adolescência, através dos mais diferentes filhos de fé, de diferentes terreiros, aprendi a reconhecê-los e dar-lhes o justo valor. Durante todos estes anos, dos EXÚS, POMBO-GIRAS e MIRINS recebi apenas o Bem, o Amor, a Alegria, a Proteção, o Desbloqueio emocional, além de muitas e muitas verdadeiras aulas de aprendizado variado. Esclareceram-me, afastando-me gradualmente da ILUSÃO DO PODER. Nunca me pediram nada em troca. Apenas exigiram meu próprio esforço. Mostraram-me os perigos e ensinaram-me a reconhecer a falsidade, a ignorância e as fraquezas humanas. Torno a repetir, jamais pediram algo para si próprios. Só recebi e só vi neles o Bem.”Testemunho de um Pai-de-Santo.


Exús e Kiumbas – O Combate

Ao contrário do que se pensa, os exus não são os diabos e espíritos malignos ou imundos que algumas religiões pregam, tampouco são espíritos endurecidos ou obsessores que um grande número de espíritas crêem.
Os “diabos” ou demônios são seres mitológicos, já “desvendados” pela doutrina espírita, portanto, não existem.
Espíritos trevosos ou obsessores são espíritos que se encontram desajustados perante a Lei. Provocam os mais variados distúrbios morais e mentais nas pessoas, desde pequenas confusões, até as mais duras e tristes obsessões. São espíritos que se comprazem na prática do mal, apenas por sentirem prazer ou por vinganças, calcadas no ódio doentio.
Aguardam, enfim, que a Lei os “recupere” da melhor maneira possível (voluntária ou involuntariamente).
São conhecidos, pelos umbandistas, como kiumbas. Vivem no baixo astral, onde as vibrações energéticas são densas.
Este baixo astral é uma enorme “egrégora” formada pelos maus pensamentos e atitudes dos espíritos encarnados ou desencarnados. Sentimentos baixos, vãs paixões, ódios, rancores, raivas, vinganças, sensualidade desenfreada, vícios de toda estirpe, alimentam esta faixa vibracional e os kiumbas se comprazem nisso, já que se sentem mais fortalecidos.
O baixo astral, mesmo sendo um imenso caos, tem diversas organizações, fortemente esquematizadas e hierarquizadas. Planos bem elaborados, mentes prodigiosas, táticas de guerrilhas, precisões cirúrgicas, exércitos bem aparelhados e treinados, compõe o quadro destas organizações.
Muitas delas agem na plena certeza de cumprirem os desígnios da Lei Divina, onde confundem a Lei da Ação e Reação com o “olho por olho, dente por dente”. Vingam-se pensando que fazem a coisa certa.
Algumas agem no mal, mesmo sabendo que estão contra a Lei, mas enquanto a vingança não se consumar, não haverá trégua para os seus “inimigos”. Acham que não plantam o mal, nem que a reação se voltará mais cedo ou mais tarde.
Cada mal praticado por um espírito, o leva a cada vez mais para “baixo”. As quedas são freqüentes e provocam mais e mais revoltas.
Alguns espíritos caem tanto que perdem a consciência humana, transformando-se (ou plasmando) os seus corpos astrais (perispíritos) em verdadeiras feras, animais, bestas e assim são usados por outros espíritos como tais. Alguns se transformam em lobos, cães, cobras, lagartos, aves, etc.
Outros espíritos chegam ao cúmulo da queda que perdem as características humanas, transformando os seus perispíritos em ovóides. Esta queda provoca além da perda de energias, a perda da consciência; ficando, com isso subjugados por outros espíritos.
Apesar de todo este quadro, pouco esperançoso, das trevas. Mesmo sabendo que no nosso orbe o mal prevalece sobre o bem, há também o lado da Luz, da Lei, do Bem. E este lado é ainda mais organizado que as organizações das trevas.

Existem, também, diversas organizações, com variados trabalhos e ações, mas com um único objetivo de resgatar das trevas e do mal, os espíritos “caídos”.
Vemos colônias espirituais, hospitais no astral, postos avançados da Luz nos Umbrais, caravanas de tarefeiros, correntes de cura, socorristas, etc., afeitos e afinizados aos trabalhos dos centros espíritas. Vemos também, outros trabalhadores espirituais, ligados aos cultos afros.
Especificamente, na Umbanda, vemos através das Sete Linhas, vários Orixás hierarquizados. Existem vários níveis na hierarquia dos Orixás. Começando pelos mais altos espíritos, que estão próximos do Criador, até os Orixás Menores ou Planetários (aqueles que são ligados e responsáveis por cada orbe, pela sua evolução).
Abaixo destes Orixás, estão os chefes de legiões e suas hierarquias, Estes espíritos “chefes” usam as três roupagens básicas: Caboclos, Pretos-Velhos e Crianças.
Outras entidades tais como: baianos, boiadeiros, marinheiros, etc., são espíritos que compõe as sub-linhas afeitas e subordinadas às sete linhas e aos chefes de legiões.
Alguns caboclos, crianças ou pretos-velhos, às vezes, usam algumas destas roupagens para determinados trabalhos ou missões.
Como em nosso Universo (Astral) as manifestações se dividem em duas e manifestam-se como pares: positivo-negativo, ativo-passivo, masculino-feminino, etc.
A Umbanda, que é paralela ativa, tem como par passivo a Kimbanda (não confundir com a kiumbanda, que é a manifestação das trevas).
A Kimbanda, que é a força paralela passiva da Umbanda, força equilibradora da Umbanda. A Kimbanda – São os Sete Planos Opostos da Lei, é o conjunto oposto da Lei. Quando falamos em “oposto” à Lei, não queremos dizer aquilo que está em desacordo à Lei, mas a maneira oposta de como a Lei é aplicada. Na Kimbanda que os Exus se manifestam, a Kimbanda, portanto é o “reino” dos Exus.
Os Exus são os “mensageiros” dos Orixás aqui na Terra. Através deles, os Orixás podem se manifestar nas trevas. Então, para cada chefe de falange, sub-chefe, etc., na Umbanda, temos uma entidade correspondente (ou par) na Kimbanda.
Os exus são considerados como “policiais” que agem pela Lei, no submundo do “crime” organizado. As “equipes” de Exus sempre estão nestas zonas infernais, mas, não vivem nela. Passam a maior parte do tempo nela, mas, não fazem parte dela. Devido a esta característica, os Exus, são confundidos com os kiumbas. Videntes os vêem nestes lugares e erroneamente dizem que eles são de lá.

Método e Atuação dos Exus

A maneira dos Exus atuarem, às vezes nos choca, pois achamos que eles devem ser caridosos, benevolentes, etc. Mas, como podemos tratar mentes transviadas no mal? Os exus usam as ferramentas que sabem usar: a força, o medo, as magias, as capturas, etc. Os métodos podem parecer, para nós, um pouco sem “amor”, mas eles sabem como agir quando necessitam que a Lei chegue às trevas.
Eles ajudam aqueles que querem retornar à Luz, mas não auxiliam aqueles que querem “cair” nas trevas. Quando a Lei deve ser executada, Eles a executam da melhor maneira possível doa a quem doer.
Os exus, como executores da Lei e do Karma, esgotam os vícios humanos, de maneira intensiva. Às vezes, um veneno é combatido com o próprio veneno, como se fosse a picada de uma cobra venenosa. Assim, muitos vícios e desvios, são combatidos com eles mesmos. Um exemplo, para ilustrar:

Uma pessoa quando está desequilibrada no campo da fé, precisa de um tratamento de choque. Normalmente ela, após muitas quedas, recorre a uma religião e torna-se fanática, ou seja, ela esgota o seu desequilíbrio, com outro desequilíbrio: a falta de fé com o fanatismo. Parece um paradoxo? Sim, parece, mas é extremamente necessário.
Outro exemplo é o vicio as drogas, onde é preciso de algo maior para esgotar este vicio: ou a prisão, a morte, uma doença, etc.
A Lei é sempre justa, às vezes somente um tratamento de choque remove um espírito do mau caminho. E são os exus que aplicam o antídoto para os diversos venenos.
Os Exus estão ligados de maneira intensiva com os assuntos terra-a-terra (dinheiro, disputas, sexo, etc.). Quando a Lei permite, Eles atendem aos diversos pedidos materiais dos encarnados.
Os Exus tem sob o domínio todas as energias livres, contidas em: sangue, cadáveres, esperma, etc.
Por isso, seus campos de atuação são: cemitérios, matadouros, prostíbulos, boates, necrotérios, etc. Eles lá estão, porque frenam (bloqueiam) as investidas dos kiumbas e espíritos endurecidos que se comprazem nos vícios e na matéria.
Os kiumbas, seres astutos, conseguem se manifestar como um Exu, num terreiro muito preso às magias negras e assuntos que nada trazem elevação espiritual. Ao se manifestarem, pedem inúmeras oferendas, trabalhos, despachos, em troca destes favores fúteis. Normalmente eles pedem muito sangue, bebidas alcóolicas e fumo. Chegam a enganar tanto (ou fascinar) que fazem as mulheres que procuram estes “terreiros”, pagarem as suas “contas” fazendo sexo com o médium “deles”. Ou seja, eles vampirizam o casal, quando o ato sexual se efetua.
Mas, e os verdadeiros exus deixam?
É uma pergunta que comumente fazemos, quando estes disparates ocorrem.
Os exus permitem isso, para darem lição nestes falsos chefes de terreiros ou médiuns. Como foi dito, os métodos dos exus, para fazer com que a Lei se cumpra, são variados.
Muitas vezes, também, a obsessão é tão grande e profunda que os exus, não podem separar de uma só vez obsedado e obsessor, pois isso causaria a ambos um prejuízo enorme.
Outras vezes, os exus, deixam que isso aconteça, para criar “armadilhas” contra os kiumbas, que uma vez instalados nos terreiros, são facilmente capturados e assim, após um interrogatório, podem revelar segredos de suas organizações, que logo em seguida, são desmanteladas. Alguns terreiros, depois disso, são também desmantelados pelas ações dos exus, causando doenças que afastam os médiuns, as pessoas, etc.

Existem algumas coisas com as quais um guia da direita (caboclo, preto-velho e criança) não lida, mas quando se pede a um Exu, ele vai até essa sujeira, entra e tira a pessoa do apuro.
Se tiver alguém para te assaltar ou te matar, os Exus te ajudam a se livrar de tais problemas, desviando o bandido do seu caminho, da mesma forma a Pomba-Gira, não rouba homem ou traz mulher para ninguém, são espíritos que conhecem o coração e os sentimentos dos seres humanos e podem ajudar a resolver problemas conjugais e sentimentais.
Para finalizar, se você vier pedir a um Exú de Lei (de verdade) para prejudicar alguém, pode estar certo que você será o primeiro a levar a execução da Justiça. Mas, se você não estiver em um centro sério, e a entidade travestida ou disfarçada de Exú aceitar o seu pedido… Bom, quando esta vida terminar, e você for para o outro lado… Você será apenas cobrado!

Devemos oferendar aos exus?

Os exus, como já foi dito, atuam intensamente no submundo astral. Grandes batalhas são travadas entre o bem e o mal. Muita energia é despendida nestas investidas e os exus, por atuarem assim, acabam gastando enormemente as suas reservas energéticas.
Depois de vários “dias” trabalhando, eles se recolhem em seus “quartéis” e repõem parte destas energias e aproveitam e estudam, discutem novas táticas, etc.
Quando fazemos alguma oferenda para os Exus, eles “capturam” as energias dos elementos oferendados, ou a parte etérica e “recarregam as suas baterias”.

Mas, se o exu é um espírito, porque ele precisa de oferendas materiais ?
Como eles estão ligados ao terra-a-terra e ao sub-mundo astral que é muito denso, os exus precisam retirar dos elementos materiais a energia que gastaram em seus trabalhos.

Quais elementos podemos oferendar ?
Devemos tomar muito cuidado com o que oferendamos, pois, os elementos mais densos (sangue, carne, cadáveres, ossos), são atratores de espíritos endurecidos, que sentem necessidade de elementos materiais. Portanto, é melhor manipular elementos sutis nas oferendas (frutas, incensos, ervas, etc.)

Posso então oferecer um animal sacrificado para um exu?
Pensemos bem, um animal inocente, tem que pagar, com a vida para que possamos reabilitar a nossa ligação com um exu?
Creio que não devemos destruir uma vida por isso. Para harmonizar algo devemos desarmonizar outro? Não há muita lógica nisso.
O sangue, por ter um alto teor energético, com certeza restauraria rapidamente as “baterias” de um exu.
Mas, além deste aspecto pouco prático que é o sacrifício de um pobre animal, devemos considerar mais duas coisas:

  • Os inimigos da Umbanda, sempre se apegam a este tipo de oferenda para dizer que é uma religião demoníaca. Quando uma pessoa passa em frente a um despacho numa encruzilhada, aquela cena causa-lhe desagradáveis sensações e os seus pensamentos negativos vão se juntar à egrégora negativa já criada com um despacho.
  • Oferendas com sangue ou carne, atraem muitos kiumbas, às vezes, impedindo que o próprio exu se aproxime, portanto, estaremos alimentando os vícios destes espíritos.

Resumindo, é melhor não utilizar e manipular este tipo de elemento em oferendas, ebós, sacudimentos, etc., pois os resultados podem ser negativos e prejudiciais. Além disso, a verdadeira oferenda tem a principal função de reenergizar ou sublimar o próprio médium. Então, o melhor é oferendar elementos não densos, tais como frutas, ervas, velas, incensos, etc.
Lembremos ainda que a UMBANDA não aceita o sacrifício de animais.


As Pombo-Giras

O termo Pombo-Gira é corruptela do termo “Bombogira” que significa em Nagô, Exu.
A origem do termo Pomba-Gira, também é encontrada na história.
No passado, ocorreu uma luta entre a ordem dórica e a ordem iônica. A primeira guardava a tradição e seus puros conhecimentos. Já a iônica tinha-os totalmente deturpados. O símbolo desta ordem era uma pomba-vermelha, a pomba de Yona. Como estes contribuíram para a deturpação da tradição e foi uma ordem formada em sua maioria por mulheres, daí a associação.
Se Exu já é mal interpretado, confundindo-o com o Diabo, quem dirá a Pomba-Gira? Dizem que Pomba-Gira é uma mulher da rua, uma prostituta. Que Pomba-Gira é mulher de Sete Exus! As distorções e preconceitos são características dos seres humanos, quando eles não entendem corretamente algo, querendo trazer ou materializar conceitos abstratos, distorcendo-os.
Pombo-Gira é um Exu Feminino, na verdade, dos Sete Exus Chefes de Legião, apenas um Exu é feminino, ou seja, ocorreu uma inversão destes conceitos, dizendo que a Pombo-gira é mulher de Sete Exus e, por isso, prostituta.
É claro que em alguns casos, podem ocorrer que uma delas, em alguma encarnação tivesse sido uma prostituta, mas, isso não significa que as pombo-giras tenham sido todas prostitutas e que assim agem.
A função das pombo-giras, está relacionada à sensualidade. Elas frenam os desvios sexuais dos seres humanos, direcionam as energias sexuais para a construção e evitam as destruições.
A sensualidade desenfreada é um dos “sete pecados capitais” que destroem o homem: a volúpia. Este vicio é alimentado tanto pelos encarnados, quanto pelos desencarnados, criando um ciclo ininterrupto, caso as pombo-giras não atuassem neste campo emocional.
As pombo-giras são grandes magas e conhecedoras das fraquezas humanas. São, como qualquer exu, executoras da Lei e do Karma.
Cabe a elas esgotar os vícios ligados ao sexo. Quando um espírito é extremamente viciado ao sexo, elas, às vezes, dão a ele “overdoses” de sexo, para esgotá-lo de uma vez por todas.
Elas, ao se manifestarem, carregam em si, grande energia sensual, não significa que elas sejam desequilibradas, mas sim que elas recorrem a este expediente para “descarregar” o ambiente deste tipo de energia negativa.
São espíritos alegres e gostam de conversar sobre a vida. São astutas, pois conhecem a maioria das más intenções.

Devemos conhecer cada vez mais o trabalho dos guardiões, pois eles estão do lado da Lei e não contra ela. Vamos encará-los de maneira racional e não como bichos-papões. Eles estão sempre dispostos ao esclarecimento. Através de uma conversa franca, honesta e respeitosa, podemos aprender muito com eles.

Agora, eu te pergunto: o que você sente ao ser incorporado pelo teu Exú?
Pense e depois me diga, se o que você sente não é uma poderosa força neutra que te retesa o corpo e as mãos. Você não sente ódio, rancor, maldade, perversidade, desejo de vingança, enfim, nada da caracterização de um ser monstruoso que alguns pensam ser nossos irmãos Exus. Não se esqueça que Exú muitas vezes é chamado de ”Compadre”, ou seja, aquele em quem você confia tanto, a ponto de dar seu filho para batizar.
Observe que, comportamentos negativos como a agressividade e sensualidade exageradas demonstradas em determinadas incorporações podem ser derivadas do próprio médium. Se forem, o médium deve buscar conhecer e resolver o próprio problema.

Exús são demônios?

Pelo contrário… Os Exus, são os Senhores Agentes da Justiça Kármica, são quem guardam a cada um de nós e ao terreiro como um todo (Quem você acha quem são os vigilantes tão mencionados nos livros de Chico Xavier/ André Luiz?).
Estão acima dos princípios do bem e do mal. Tem-se que entender que “demônio” vem do grego “demo”. Termo utilizado por Sócrates para definir “espírito” e “alma”. Por sua vez, em função dos valores “do bem e do mal”, pelo fato de vivermos no mundo da forma, precisou-se estereotipar este “mal”. Na realidade, “os demônios” estão dentro de cada um.
Com relação aos espetáculos, que certas religiões mostram na televisão, com incorporação de “Exus” que dizem querer destruir a vida dos encarnados; podem até ocorrer manifestações mediúnicas, mas com certeza não são os Verdadeiros Exus da Umbanda que conhecemos. E sim os obsessores, vampirizadores e Kiumbas que usando o nome dos Exus, que os combatem, tentam marginalizá-los e difamá-los junto ao povo, que em geral não tem acesso a uma informação completa sobre a natureza dos nossos irmãos Exus.
Outro fato muitíssimo importante, que ocorre em centros não sérios, é a manifestação de uma kiumba passando-se por uma Pombo-gira. Deve-se tomar muito cuidado, pois certamente ela estará apenas vampirizando as emanações sensuais do médium, podendo prejudicá-lo seriamente.
Vale lembrar que às vezes, um consulente pode ficar fascinado ou encantado com uma Pombo-gira. O que fazer então?
“Orai e vigiai” é o lema de todo médium. Devemos estar atentos não com os vícios alheios, mas com os nossos. Devemos direcionar as energias desequilibrantes e transformá-las em energias salutares, em ações benéficas.

Resumindo, EXU NÃO É O DIABO!!!

Basicamente existem três correntes de pensamento, que tentam explicar o nascedouro do vocábulo “Exu”.

  • A primeira corrente afirma que a palavra Exu seria uma corruptela ou distorção dos nomes Esseiá/Essuiá, significando lado oposto ou outro lado da margem, nomenclatura dada a espíritos desgarrados que foram arrebanhados para a Lemúria, continente que teria existido no planeta Terra.
  • A Segunda corrente assevera que o nome Exu seria uma variante do termo Yrshu, nome do filho mais moço do imperador Ugra, na Índia antiga. Yrshu, aspirando ao poder, rebelou-se contra os ensinamentos e preceitos preconizados pelos Magos Brancos do império. Foi totalmente dominado e banido com seus seguidores do território indiano. Daí adveio a relação Yrshu / Exu, como sinônimo de povo banido, expatriado. Saliente-se que entre os hebreus encontramos o termo Exud, originário do sânscrito, significando também povo banido.
  • A terceira corrente afirma que o nome Exu é de origem africana e quer dizer Esfera.

Ainda hoje, apesar dos esforços direcionados a um maior estudo no meio umbandista, os Exus são tidos, pelos que não conhecem suas origens e atribuições, como a personificação individualizada do mal, o diabo incorporado. Tal imagem é fruto de más interpretações dadas por pessoas que, não tendo a devida cautela em avaliar fatos e objetos de culto, passaram a conferir aos Exus o título de mensageiros das trevas.
Esta imagem pejorativa de Exu-Orixá foi erroneamente absorvida e difundida por alguns umbandistas, sobretudo aqueles que tiveram passagem por cultos africanistas, o que fez com que uma gama de espíritos de certa evolução que vieram à Umbanda desempenhar funções mais terra-a-terra, fossem equiparados a falangeiros do mal, sendo até hoje os Exus simbolizados por figuras grotescas, com chifres, rabos, pés de bode, tridentes, sendo tal imagem do mal pertinente a outros segmentos religiosos.
Em realidade os Exus constituem-se em uma notável falange de abnegados espíritos combatentes de nossa Umbanda. São hierarquicamente organizados e realizam tarefas atinentes à sua faixa vibratória. São os elementos de execução e auxiliares dos Orixás, Guias e Protetores, tendo, entre outras tarefas, a de serem as sentinelas das casas de Umbanda, de policiarem o baixo astral e anularem trabalhos de baixa magia. Ao contrário do que pensam alguns, têm noção exata de Bem e Mal. São justos, ajudando a cada um segundo ordens superiores e merecimento daquele que pede auxílio.
São os Exus que freiam as ações malévolas dos obsessores que atormentam os humanos no dia-a-dia. São os vigilantes ostensivos, a tropa de choque que está alerta contra os kiumbas, prendendo-os e encaminhando-os à Colônias de Regeneração ou Prisões Astrais.
Em algumas ocasiões baixam em templos de Umbanda, ou mesmo em templos de outras religiões, espíritos que tumultuam o ambiente, promovendo espetáculos circenses, galhofas, e se comportando de maneira deselegante para com os presentes, xingando-os e proferindo palavras de baixo calão. Comportamento como estes não devem ser imputados aos Exus, e sim aos Kiumbas, espíritos moralmente atrofiados e que ainda não compreenderam a imutável Lei de Evolução, apegados que estão aos vícios, desejos e sentimentos humanos.

Os Kiumbas, para penetrarem nos terreiros, fingem ser Caboclos, Pretos-Velhos, Exus, Crianças etc., cabendo ao Guia-chefe da Casa estar sempre vigilante ante a determinadas condutas, como palavrões, exibições bizarras, ameaças etc.
Um outro aspecto importante que merece ser suscitado diz respeito a alguns “médiuns” infiltrados no movimento umbandista. Despidos das qualidades nobres que o ser humano necessita buscar para seu progresso espiritual, contaminam e desarmonizam os locais de trabalhos espirituais. Tentam impressionar os menos esclarecidos com gracejos, malabarismos, convites imorais, encharcados de aguardente.
“Desincorporados”, atribuem aos Exus e Pombo-giras tais comportamentos.
Fatos como estes são afetos a pessoas sem escrúpulos, moral ou ética, pessoas perniciosas que aproveitam a imagem distorcida de Exu para exteriorizarem o seu verdadeiro “eu”. Estes “médiuns”, não raras vezes, acabando caindo no ridículo, ficam desacreditados, dando margem, segundo a Lei de Afinidades, a aproximação e posterior tormento por parte dos obsessores.
Os Exus são espíritos que, como nós, buscam a evolução, a elevação, empenhando-se o mais que podem para aplicarem as diretrizes traçadas pelo Mestre Jesus. É bem verdade que em seu estágio inicial os Exus ainda têm um comportamento às vezes instável, cabendo aos verdadeiros umbandistas o dever de não deixar que se desvirtuem de seu avanço espiritual.
Alguns maus-Umbandistas, que se não agem por má-fé, o fazem por falta de vontade de estudar a respeito, difundem esta visão negativa de Exu, fazendo com que os iniciantes no culto fiquem temerosos quando um Exu se manifesta.
Estes elementos prestam um desserviço à religião, promovendo o terror, a obscuridade, o conflito, a confusão. Diminuem os Exus à condição de espíritos interesseiros, astutos e cruéis; que são maus para uns e bons para outros, dependendo dos agrados ou presentes que recebam; de moral duvidosa, fumando os melhores charutos e bebendo os melhores uísques.
A que ponto pode chegar a ignorância humana em visualizar estes seres espirituais como meros negociantes ilícitos, fazendo dos terreiros balcão de negócios, em total dissonância com o bom senso e a Lei Suprema.
“Lamentável!!! Profundamente lamentável!!!”
Esta é uma das expressões que mais passam pela mente dos verdadeiros e estudiosos umbandistas ao percorrerem alguns terreiros e verificar quão distorcido é o conceito sobre a figura dos Exus. Espíritos mal compreendidos, mas que, apesar disto, continuam a contribuir eficazmente para os trabalhos de Umbanda, como humildes trabalhadores espirituais, que não medem esforços para minorar o sofrimento humano.

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